segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
domingo, 29 de janeiro de 2012
DIVERSSAS FORMAS DE AMAR
Das diversas formas de amar. não devo considerar. Que
a minha, seja a melhor, pois se eu pensar que a minha
forma
de amar, é a melhor..Ficarei como uma abelha rainha! Esperando.
que as outras me tragam mel!. Engordando,e reproduzindo filhotes para, morrer e ser substituída, não devo, pensar que a minha forma de amar, seja a melhor para que eu procure sempre aprender a amar. comendo, mas
também transportando mel para o restante da colmeia. . pois amar é:
Doação, abdicação, descoberta, sonhar, servir, acariciar, ser presente etc!,
Tudo isso naturalmente, pois, amar não é dever, nem tampouco obrigação,
também, não pode ser cobrança nem servidão extrema, Deve ser como:
As águas, que descem no leito do rio, sem perguntar se tem pedra no percurso mas sabe muito bem como desviar-se delas! E se o rio se estreita ela se derrama irrigando e fertilizando todas as duas margens. Sem saber que o fim do curso é adentrar no apoteótico oceano onde o imenso, é pequeno.
Para amar não é necessário ter um oceano de sabedoria. Mas, um espírito.
Com a grandeza de um oceano.
José Alonço Carneiro
José Alonço Carneiro
MORENA BONITA
Morena bonita, morena serena.
Com os olhos de meço
Em versos te canto
Com o coração te peço
Morena bonita beleza sem fim
Teus olhos são negros teus cabelos castanhos
Teus dentes brancos como marfim,
Morena bonita, te quero pra mim
Morena bonita morena cheirosa
Teu corpo e esbelto com curvas
Insinuantes e sinuosas exalam
Perfumes qual pétalas de rosas
Morena bonita desenvolta e convincente
Te ver é uma dádiva, te ter de Deus um
Presente falta-me palavras que mais
Qualidade te acrescente, e o faltar-me,
Vocábulo causa-me revolta.
MORENA BELLE
Morena belle, brune sereine.
Avec les yeux de mesure
Dans le coin des vers vous
Avec le cœur, je te prie
Jolie brune beauté sans fin
Vos yeux sont vos cheveux brun foncé
Vos dents blanches comme l'ivoire,
Jolie brune, je veux que tu me
Morena bonita morena odeur
Votre corps et mince avec des courbes
Exude enroulement insinuante
Les parfums qui pétales de rose
Jolie brune pleine d'entrain et convaincante
Vous voyez est un cadeau, vous avez un Dieu
Cela me manque de mots plus
Qualité que vous ajoutez, et me manquez,
Parole me fait révolte.
JOSÉ ALONÇO CARNEIRO.
Morena belle, brune sereine.
Avec les yeux de mesure
Dans le coin des vers vous
Avec le cœur, je te prie
Jolie brune beauté sans fin
Vos yeux sont vos cheveux brun foncé
Vos dents blanches comme l'ivoire,
Jolie brune, je veux que tu me
Morena bonita morena odeur
Votre corps et mince avec des courbes
Exude enroulement insinuante
Les parfums qui pétales de rose
Jolie brune pleine d'entrain et convaincante
Vous voyez est un cadeau, vous avez un Dieu
Cela me manque de mots plus
Qualité que vous ajoutez, et me manquez,
Parole me fait révolte.
JOSÉ ALONÇO CARNEIRO.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
SALMO 91
O que habita no esconderijo do altíssimo e descansa à sombra do Onipotente diz ao Senhor;
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
A Lagoa Grande
Descendo a serra de angla vislumbrei um grande lagoão
Maior que a lagoa santa a dos mares e a do Miguelão
Maior até que as Sete lagoas que são o portal do grande sertão
Teu horizonte é como o planalto que a gente vê lá do alto do espigão
Tuas águas pulavam para fora e voltavam rastejando pelo chão
parecia até que não queriam voltar la pro fundão
Tuas ondas nos sugerem que tem hora marcada pra quebrarem la no praião
Vão e vem vem e vão como a cadencia de um pelotão
Tuas ilhas são quebra mar vivo que aos homem tentam encantar
E se o cabo te atormenta o mangue com suas arvores te permitem descansar
Das alimentação trabalho e diversão ao homem e até permite que sobre ti possa navegar
Mas ele não te compreende e vive a te subestimar Não respeitando tua grandeza te polui e te pesca toda vida que há
Mas quando os barcos começarem a voltar vazios será tarde pra remediar
José Alonço Carneiro
Jac. mineiro: Cientistas dizem que em trinta anos haverão mais embalagens plasticas no mar que peixes. e mesmo assim enchemos as redes não deixando nem um para a preservação da espécie,
José Alonço Carneiro
José Alonço Carneiro
Legenda :Vereds são nascentes de água no sertão !
domingo, 22 de janeiro de 2012
Sociedade de Ratos
Oh! Minha terra até quando os pássaros em teus campos cantarão?
Será que quando alguns dos nossos, que se foram passarem por aqui, ainda apreciarão o balé do colibri ou encontrarão apenas a ossada do voraz bem-te-vi?
Não sei, talvez não se acordarmos da nossa ambiciosa embriagues e não devastarmos tudo
de uma vez.
Em alguns países já reduziram a devastação, mas a espuma pelo rio continua a deslizar.
liberando gases que se misturam com o ar!.
Se o reino vegetal e animal, tivesse um sistema de defesa ,ou até mesmo uma constituição já estaríamos no banco dos réus!.para a sobrevivência dos outros seres vivos, o ser humano se reproduz como ratos sem observarem a provisão o que os tornam menos inteligentes que os ratos e consomem mais que os ratos. Nós que nos consideramos a espécie dominante. Achamos que somos os detentores e selecionadores da biosfera. Por isso já exterminamos várias espécies.
Se continuarmos com esse procedimento, será o fim do nosso viver.
E o tédio será o nosso cãozinho de estimação.sem as abelhas, para a polinização das flores,.
O belo desabrochar só será visto nos quadros de Monet ou em filmes!.
O homem tem que saber que ele não é uma espécie auto-suficiente. É interdependente com os demais seres vivos do planeta.
Creio que se reintegrar à natureza, sem querer sentar na fila do gargarejo, será a atitude mais inteligente.
Somente com esse comportamento sobreviveremos.
E teremos o dever de coexistir subalternamente, com os outros atores, deste grande teatro chamado chamado planeta terra que tem o palco da vida, fazendo o nosso papel sob a direção da natureza. Que foi escrito pelo autor do universo.
Jac.mineiro-José Alonço Carneiro
sábado, 21 de janeiro de 2012
A fé
Confiança suprema. No coração de quem tem fé não há espaço para a dúvida ,por que a dúvida é derivada da malicia.Mas, o coração habitado pela fé não teme nada, pois está Recheado pelo espírito santo. portanto, não usa a malícia pra vencer teus inimigos.
A fé não é proposital , pois o que é proposital é situacional e a fé é devoção não é da mente,é do coração é profundo, não exige explicação.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
ARARAS
ARARAS
Oi araras bonitas.azuis, amarelas, vermelhas, pequenas e grandes.
Oi araras falantes e charmosas, que fórmula foi essa tão sutil e complexa que Deus as criaram,oi araras bonitas. Ave social que nunca voa só.
Teu Império vai,
da Amazônia, às savanas, e ao pantana que o é seu quartel general,um dos mais belos paraísos do Brasil tropical, habitado por seres mil que para nossa alegria o homem,ainda não destruiu.
Jac. mineiro
http://wwwjacmineiro.blogspot.com/
Oi araras bonitas.azuis, amarelas, vermelhas, pequenas e grandes.
Oi araras falantes e charmosas, que fórmula foi essa tão sutil e complexa que Deus as criaram,oi araras bonitas. Ave social que nunca voa só.
Teu Império vai,
da Amazônia, às savanas, e ao pantana que o é seu quartel general,um dos mais belos paraísos do Brasil tropical, habitado por seres mil que para nossa alegria o homem,ainda não destruiu.
Jac. mineiro
http://wwwjacmineiro.blogspot.com/
O trem de Bananal e a Colônia
Esse trem da minha infância, no qual eu nunca viajei, me levou para lugares tão longe que para ninguém contei.
Teu apito era melodioso, tua máquina barulhenta fazia tremer o chão, que nele partia ia saudoso, por alguém que ficou na estação.
Ele nunca passou vazio, sete paradas ele fazia;
1 - Na saudade, que tenho dele;
2 - Na colônia;
3 - No cafundó;
4 - No rialto;
5 - Na glória;
6 - Nas três barras;
7 - Bananal.
Um dia ele passou apitando numa viagem sem volta, a alegria da estação acabou.
Hoje só resta a lembrança daquele barulhoso trem que não voltou.
Nossa professora chegava nele as sete e trinta da manhã, nós tínhamos que correr para não chegar atrasados.
Ele também era relógio para quem não tinha e retornava apitando no inicio da noitinha.
Ele fazia um trajeto, pequeno, mas gigantesco na minha imaginação, que sonhava conhecer o bananal, viajando nessa composição.
Logo veio o empreiteiro com máquinas e operários arrancando todos os trilhos, nenhum dormente ou pedra ele deixou, mas só não arrancou a lembrança que em nosso coração ficou.
Tua linha margeava um rio que também se chama bananal, que muita gente deu prazer e água para a irrigação, e hoje infelizmente é calha de poluição. Senão tivermos cuidado nós é quem sofreremos este mal. Seu trajeto era a Colônia que se rendeu ao capital especulador e hoje os condomínios parte de sua identidade tirou.
Nesse aniversário de cinquenta anos eu sugiro uma boa reflexão, para a colonia não ficar esquecida na memória da nossa nação.
Pois a colonia alimentou muita gente por toda essa região e pode servir de modelo para outras partes da nação, onde muitos carecem de empregos, comida e habitação.
Eu sou um colono ausente que trinta anos daqui parti, morei diversas comunidades mas nenhum delas há, como aqui havia o senso de fraternidade.
Aos que ficaram eu exorto, que esse evento seja um marco e um resgate dessa experiência social, pois as pessoas juntas são um continente e uma pessoa só é uma ilha em um oceano vazio.
José Alonço Carneiro



Brasil Pobreza
Este é o meu País,
Terra dos Aimorés, Xavantes, Tupiniquins,Tupinambás e Guaranis.
Que foi invadida por Manoéis e Joaquins.
Tive uma infância na larga, com escola mediana para o meu tempo.
E bom lazer proporcionado pelos recursos da natureza.
Mas, com o passar dos tempos, à medida que me envelhecia, via meu país enriquecer e o povo empobrecer.
As necessidades básicas, que antes tinha um processo, mais simples de satisfação, em decorrência do emprego, que mesmo mau pago em maior abundancia se oferecia.
Hoje essas necessidades somadas a outras sugeridas, tornou-se preocupação e arrocho financeiro, para quem trabalha, para quem não consegue trabalho resta a desilusão, o desespero, que abaixa a estima e leva à depressão.
Políticos propagam a esperança, cada um diz ter a melhor solução, buscando vitória na eleição. As necessidades se multiplicam, sugeridas, pela mídia, que presta serviço para os meios de produção.
O Papa diz que precisamos de muitos santos e o povo continua num País em desencanto.
A criança é assassinada ou abandonada na rua, enquanto os Dirigentes, quase inertes ,observam esta realidade absurda,nua e crua, sem nenhuma medida relevante que resolva tal situação. Apenas tomam medidas atenuantes, financiadas por novas e definitivas formas de arrecadação.
Dos jovens, cobram melhor qualificação, mas, na fila do emprego, quem não tem diploma e experiência, tem que colecionar mais uma decepção.
Ai vão para o exterior esperando boa colocação só que ao chegarem, são repatriados das terras, dos povos que aqui chegaram esfarrapados. Que pelo nosso povo foram bem recepcionados e por nossa terra e pelo povo, ficaram apaixonados. E até seus descendentes, de seus paises,são deportados.
Escrito 20/09/89 publicado no dia de hoje
As Caras Brasileiras
Não é como no Iraque, Onde Saddam tem milhares de sósias, nem com no Japão ou na China, onde todos parecem irmãos... as pessoas no Brasil não são mesmo iguais. O trajar, o vestir , o caminhar, sotaque, tudo é diferente nesse povo, que gosta de ser diferente.Aonde está a moda? Na roupa não está, mas tem religião, que tem mais de um orixá, talvez seja por isso que esse povo é bom.
Acho que as caras do BRASIL, são como sua geografia, que tem cordilheiras, planalto, planícies, chapadas, baixadas e até recôncavo na Bahia. Tem gigantescos e caudalosos rios na Amazônia e rios secos no ceará.
Tem florestas, cerrados [savanas], restingas e caatingas[desertos]...
Que nem as caras brasileiras: umas gordas de boa nutrição, umas bonitas como o manifestar da primavera, outras magras por inanição,. umas feias como carrancas, umas roxas de raiva, outras pretas de aflição, algumas brancas por descendência .
Tem até cara pálida pintada de arrependimento do voto da primeira eleição direta pra presidente.
Onde talvez a falta de experiência , ou a intolerância de alguns políticos, ou o nosso despreparo político, nos proporcionou um significativo atraso no nosso processo de redemocratização.
Que até hoje nos manda a conta!...?
domingo, 8 de janeiro de 2012
DIÁLOGO DA SECA NO NORDESTE !
O vento sopra trazendo a brisa da noite. Na casa de pau a pique, de cócaras, o pai ao ouvir o soluçar da esposa na cozinha, junto ao fogão a lenha, preparando um cozido de palmas (cacto) com filé de camaleões! Emocionado: diz aos filhos famintos: Para o próximo ano, quando o inverno (nome que dão ao período de chuva)vier, farei um bom roçado, guardarei farinha de macaxeira e feijão e levarei o Severino para tirar o seu titulo de eleitor , pois estará completando 16 anos para "puder" votar na próxima eleição.! Severino retrucou dizendo, Não adianta pai. O pai decepcionado pergunta-:Por quê filho? Severino responde: Porque dizem que a eleição faz parte do exercício da cidadania, mas cidadania de panela vazia ,seria melhor o exílio sem anistia, a escravidão sem alforria, a anoite sem alvorecer do dia, a doença sem a profilaxia, um carnaval sem fantasia.! O Pai responde: Em parte tens razão Severino, a eleição até hoje não trouxe nada além de sextas básicas para o sertão, apenas os políticos permaneceram no poder e talvez até possam ter aumentado o seu quinhão! Mas a cada nova eleição reacende a esperança no meu coração, às vezes entro até em devaneios, sonhando que um dia poderei comprar uma bomba de irrigação, e ver a água em fartura rolar pelo chão, ter a dispensa cheia e não ter que apagar as brasas do fogão, talvez até aposentar o jegue, com a compra de um velho caminhão, até mesmo visitar São Paulo, para encontrar velhos amigos e alegrar meu coração!. Severino levanta outra questão: - Pai, como faremos para suportar mais esse flagelo? O pai responde com provérbio: - Filho preocupe não: Pois enquanto existir Deus no céu, urubu não comerá folha, e continua: - Nós ainda temos a terrinha, que com a chuva nos oferece grande provisão, pior mesmo é para os sem terra, que tem por abrigo a lona de caminhão, por justiça a ordem de desocupação ou de prisão, por consolo cassetete, metralhadora e talvez até canhão. Severino não se satisfaz e vai mais longe, e pergunta: Porque tanta gente chegou a tal situação? O pai mais uma vez se sentiu apertado diante de tal arguição. Respirou, pigarreou, e começou a sua dissertação: - Meu filho fique sabendo que nesse grande Brasil, tem pouco chão habitado, tem pouco chão plantado e muito chão ocupado por campos e cerrados comprados, talvez com dinheiro limpo, ou lavado, ou do Governo grilado, sem repressão de soldado, com documento legalizado, o que deixa o povo muito espantado. Mas não fica só nisso, a fome que leva a morte também provoca movimentação, ai todo esse povo começa a terra buscar, vão à busca da terra que o dinheiro irresponsável e especulativo permitiu abandonar, mas basta invadir a cerca para o dono lá da capital se manifestar, logo vem o oficial de justiça escoltado por um pelotão de soldados, trazendo a ordem de desocupação, e se houver resistência, ai vem o soldado muito bem armado, que como atividade principal é de defender o Estado e que também passa o maior tempo no quartel esperando serem convocados, para em delegação irem ao local pela justiça indicado, e quando Ha resistência eles mete bala e cassete nos coitados, que podemos considera-los despatriados dentro da própria nação. Mas Severino não fica satisfeito, e vai mais além, e diz que ouviu no rádio lá da venda que está havendo saques de de caminhões e de supermercados e que as autoridades disseram que isso é roubo!. E pergunta ao pai: - O que o senhor acha? O pai responde: - É uma pergunta difícil de responder, mas certo fato ocorrido com meu compadre dá pra comparar.: Compadre Cícero após colher um bom roçado, vendeu parte da safra e aplicou na poupança, que tem a garantia do Governo. Logo após a eleição o novo Governo na calada da noite, sequestrou todo dinheiro na poupança aplicado, veja que sequestro é crime, não pagou a correção do mês, que também é crime, “justificando” que para derrubar a inflação as medidas foram duras, mas necessárias, com o apoio dos Ministros da Justiça que não tomaram nenhuma decisão jurídica para impedir tal infração. Por tanto a fome extrema, da miséria extrema dos povos do sertão nordestino, do Vale do Jequitinhonha, e das grandes favelas das grandes cidades, não precisam justificar os meios utilizados para sacia-los em situações extremas, pois o exemplo vem de cima, e os políticos nesses locais não chegam em tempo hábil para resolver tais conflitos, mas chegam em tempo recorde para a campanha de eleição, aí o desespero de um povo desamparado, exilado na própria terra. Terra onde a recepção e hospitalidade com presidentes, reis e rainhas, políticos estrangeiros, são feitos com muita pompa e dispendioso cerimonial, mas a solidariedade com o brasileiro excluído é beligerante e repressiva, não aponta para nenhum horizonte, mas para uma nova eleição decepcionante.
Notas: Trecho do texto “Seca” publicado no Jornal Inverta, segundo semestre de 1988.
“70% realidade e 30% ficção”
Videos: A Marcha Interrompida do MST e A Carta do Chefe Seattle
sábado, 7 de janeiro de 2012
Estará escrito na minha lápide
É aqui seu moço, que embarquei no ultimo trem do sertão...
Sertão cósmico que está no céu... ou apenas para o mundo subterrenos.
Disse o poeta que o sertão é grande e que é maior que o mundo...
Mas o céu é maior, maior até que o universo, no qual estão todos os mundos, pois no céu estão todas as moradas. Tentarei desembarcar em algum aglomerado de estrelas, se a minha passagem possuir créditos suficientes, do contrário serei arremessado em um buraco negro,Onde a centrifugação é de uns 100 trilhões de RPM, donde gritarei ou sussurrarei!
MISERICÓRDIA! Senhor, pois o que eu fiz de bom ou ruim está feito, não posso desfazer, pois vós que é o senhor, diante das iguarias oferecidas pelo inimigo dissestes, Pai se for possível afasta de mim este cálice, mas que seja feita a vossa vontade, pois neste momento não mais terei nem adn nem rna, serei apenas um átomo, com seis prótons ,seis elétrons e seis neutros...
Só concluirei este texto se retornar desta viagem...
José Alonço Carneiro!
José Alonço Carneiro!
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
CANÇÃO DO EXÍLIO de José Alonço Carneiro !
Na minha terra ainda tem palmeiras! Tem florestas, tem rios com abundantes águas, com cachoeiras espumantes! Que inspiram os sabiás e os desafiam a cantarem bem alto; E suas sinfonias afogam as minhas mágoas!
Na minha terra tem avião. mas ainda tem canoas que navegam em silencio la dentro do riachão. na minha terra ainda tem brejo onde canta a saracura três potes no meio do tabual !
Na minha terra tem festas populares: juninas e carnavalescas!. Na minha terra tem muita gente, gente de todos os lugares; gente que vem e vai para todos os lugares.
O difícil na minha terra: é comprar um lugar para morar! Quando se consegue comprar, já está próximo de mudar para a casa eterna... Na minha terra tem cordilheiras, planícies e chapadas: onde o ipê floresce, ajudando o sol a embelezar o dia que amanhece,descolando-se da madrugada!
Na minha terra tem favelas que é abrigo de quem não tem; E para enganar tem maravilhas arquitetônicas, que enche de admiração os turistas que aqui vem.!
Na minha terra tem garimpo. Mas também tem Guarapari, praia para quem não é rei poder ir.
Na minha terra tem vitória régia sobre as águas. E nas águas da minha terra as baleias vem pra namorar; E nos encantam com o seu bailar e descansam sobre as águas num belo flutuar! .
Na minha terra tem vida Severina e se a morte vem é por misericórdia divina na seca da terra nordestina...
Na minha terra tem gente desgraçada, gente safada! mas também tem gente fina!
O pior que quem nasce na minha terra, não consegue em outras terras se exilar.
Pois quem sai da minha terra "e de ka segue" e emprego no Japão não consegue. Lá só encontram apenas trabalho pesado e uma gaveta pra seis horas repousar!.
Na terra do tio San nem os mórmons que batem à sua porta,Não deixam o endereço quando voltam para lá!
A Amazônia brasileira é nossa ultima fronteira! Mas no Pará tem sem terra, tem grileiro, mas também tem pistoleiro para matar!.
A ilha de Marajó é maravilhosa; mas contra a dengue,a sica e a malária, não há como se vacinar.
Ai ao caboclo só resta a rodoviária de São Paulo para desembarcar.
Legenda=de ka segue: são os nipo brasileiros que vão trabalhar no japão
Legenda=de ka segue: são os nipo brasileiros que vão trabalhar no japão
JAC. MINEIRO 22/04/2000
José Alonço Carneiro
Afro Americana
Que tua terra nunca quisera deixar,
Que fostes trazida de longe!
Para este horizonte enfeitar.
Com este sorriso úmido.
E com este olhar, a nos encantar,
com muito temor do futuro exílio.
Com nada mais para perder,
apenas teus valores a preservar.
Invadistes vilas, fazendas e cidades
e fizestes os homens te amar.
Lutando contra os grilhões do costume,
associando-se aos humanistas,.fizeste,
este mundo heterogêneo te respeitar.
Com tua presença e paciência...
Fizeste com que mudassem
Leis e costumes, transformando
Esta terra, em tua casa. para todo o sempre habitar
JOSÉ ALONÇO CARNEIRO
EM FRANCES
Que votre pays n'a jamais voulu quitter,
Il a été porté de loin!
Pour cette épinette d'horizon.
Avec ce sourire humide.
Et avec ce regard, pour le plaisir dans,
très peur de l'exil futur.
Avec rien à perdre,
que vos valeurs à préserver.
Invadistes villages, des fermes et des villes
et les hommes causés à vous aimer.
La lutte contre les entraves de la coutume,
associant les humanistes, .fizeste,
ce monde hétérogène vous respecte.
avec t
toute présence de habitar.ua de temps et de patience ...
Tu as changé
Les lois et les coutumes, la transformation
Cette terre, dans votre maison. à
Morena- forcé des immigrants.
JOSÉ ALONÇO CARNEIRO
EM FRANCES
Que votre pays n'a jamais voulu quitter,
Il a été porté de loin!
Pour cette épinette d'horizon.
Avec ce sourire humide.
Et avec ce regard, pour le plaisir dans,
très peur de l'exil futur.
Avec rien à perdre,
que vos valeurs à préserver.
Invadistes villages, des fermes et des villes
et les hommes causés à vous aimer.
La lutte contre les entraves de la coutume,
associant les humanistes, .fizeste,
ce monde hétérogène vous respecte.
avec t
toute présence de habitar.ua de temps et de patience ...
Tu as changé
Les lois et les coutumes, la transformation
Cette terre, dans votre maison. à
Morena- forcé des immigrants.

José Alonço Carneiro
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Centenário de Adoniram Barbosa
Trocou ideias com o viaduto Santa Efigênia; foi convidado para um samba na casa do Arnesto, la no Braz!
Com o Mato Grosso e o Joca, nos ensinou a procurar um novo lugar;e abandonar a saudosa maloca! Deixou Iracema o seu grande
amor morrer no peito; pois travessou contra mão...!
Sem deixar de amar sua principal musa, a sua cidade!
Com suas músicas quase angelicais, os demônios sobrevivem até hoje,com ou sem garoa.
Falava tão bem o seu português que todos entendiam quando por necessidade, até os estrangeiros entendiam pois falava a língua do seu lácio, o
de todos( português sugerido nas composições pelo grupo Demônios da Garoa).
Se assemelhava à as lampidas que eram rodeadas por mariposas, sendo ele a lampida e as mulheres as mariposas.
Falou de jaçanã "Uma passárgada que existe..." em mim talvez.
Nem todos nos falaram de seus amigos, do seu povo e da sua cidade como se falasse do paraíso como ele falou.
Nos encantou com a sua música e nos conquistou com a sua simplicidade e a sua simpatia!
Obrigado Adoniram Barbosa por ter cantado e nos encantado...
Jac Mineiro-José Alonço Carneiro.
A CAVALGADA DE SETE LAGOAS PARA O SERRO !
Nesta cavalgada não houve chamada.
Nem todos estavam la, mas o sr Juvenal respondeu presente, la do céu. O ringo bom marchador pelo caçula Breno foi bem montado.
Em são Vicente se reuniram e pela serra do cipó, pra botafogo partiram. Algumas lembranças tristes, que confirmavam a presença do velho companheiro Juvenal. Em Botafogo apearam e os cavalos foram desencilhados. Logo provaram da cana e o papo alegre aconteceu.
O feio não lembrou das dívidas,o margoso logo abriu uma latinha.
Ai começou o bom da viagem, falaram das belezas da serra e das belezuras que iam namorar. O Breno era o mais entusiasmado, o Cleber com despeito pois era casado. O Saulo, não sei se foi mas sempre foi o mais animado. O cigano é puta veia não acampa em qualquer serrado. O Juninho é um peão moderado, o Eduardo de esmeraldas cuida dos cascos e das ferraduras para cavalo nenhum ficar estropiado, sem tirar os olhos das mulheradas que o deixa deslumbrado!.
O rio cipó refresca o corpo e nele todos bebem, alguém se lembra do Rodrigo que em Florestal foi estudar que é amansador de burro brabo... também lembraram do Batista, gente boa e cabra bom pra conversar. Do Gato Também lembraram e das suas mentiradas deram muita risada, lembraram também do coroa que não entende nada de cavalo mas gosta de ouvir uma prosa animada. O Branco não sei se foi mas faz parte da companheirada . O Quico ta sempre na turma e o Samuca e bem dedicado com o seu cavalo sempre escovado, o Marcinho também é peão corajoso mas prefere pedalar.
O Afrânio sabe bastante e gosta muito de animais, mas, prefere a moto e o celular pois a corretagem não pode esperar. O Paulo Gaguinho é do ramo e não fica para traz, encosta o caminhão e embarca os animais.
O Cadú não sei se foi mas corre mais que a cavalada, o Nego fica pra trás e vai tocar a sua flauta bem afinada, o Vinícius todo ano ensaia e Nesse ano não sei se foi, sua égua caminha bem mas seu pai que segura a rédea de couro trançada!
Falei dos que mais conheço sem esquecer do Sávio, que no serro é o anfitrião da cavalgada.
Aos outros peço desculpas por não poder cita-los.
Em conceição de mato Dentro um grande descanso , pois vão mandar pra dentro cerveja e carne assada,nesta parada as necessidades são satisfeitas e das janelas vem as boas vindas, uns reclamam de cansaço mas logo começa a bebedeira e muita conversa fiada, uns deitam nas redes e outros arrumam namoradas , ai a satisfação é generalizada.
Graças a tecnologia o celular mata a saudade, mas a cavalgada recomeça logo de madrugada, não muito tarde chegarão ao Serro nesta grande romaria. Ai foi será só festança e muita alegria por terem concluídos essa grande romaria! No retorno a esperança de um novo encontro um dia. Ai foi só zoeira uma grande apoteose, saiam empinando e galopando com os cavalos e nos olhos da namorada uma lágrima rola, na curva o peão abana o chapéu num até breve, amanham eu te Ligo meu bem. Logo os grupos se dispersam, cada um em direção a sua cidade, levando na bagagem novas amizades, preparando o espírito pra voltar a realidade pra no ceio da família, matar a saudade.
12/10/2003
Republicado em 27/12/2011 por José Alonço Carneiro
Informação sobre o Serro
Distância até a capital 312 quilômetros
Características geográficas
Área 1.217,645 km²
População 21.494 hab. est. IBGE
Serro é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Sua população estimada em 2004 era de 21.869 habitantes.
Município rodeado por serras, morros, rios e cachoeiras, o Serro se apresenta como excelente destino para os apreciadores do turismo histórico e ecológico. Situada no centro-nordeste de Minas Gerais, na região central da Serra do Espinhaço, Serro fica a 230 quilômetros de Belo Horizonte. É também uma importante Cidade do Caminho dos Diamantes e da Estrada Real, uma herança das minas que atraíram os Bandeirantes paulistas e nordestinos no século XVIII.
Além das belezas naturais e das minas, o Serro possui um rico patrimônio histórico-cultural. O município hoje conta com diversos hotéis e pousadas. O turista pode contar com apartamentos, serviços, deliciosos cafés-da-manhã e guias para percorrer a região.
Turismo
Museu Regional Casa dos Ottoni (IPHAN).
Distrito de Milho Verde, a 25 km do centro.
Distrito de São Gonçalo do Rio das Pedras, a 30 km do centro.
Pico do Itambé, a 20 km do centro.
APA das Águas Vertentes.
Festa do Queijo (feriado do 7 de setembro).
Festas religiosas tradicionais (Festa de Nossa Senhora do Rosário, Festa do Divino e outras).
Inúmeras e belas cachoeiras
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