
Em santa Catarina e no Paraná o sangue dos caboclos começaram a rolar,na escola não me ensinaram o que lá se passou, o pouco que sei foi pela televisão dizendo que lá muito sangue derramou, entre os soldados e de gente da terra que eram chamados de pelados e não sabia nem a que Pátria pertenciam, sabiam apenas que pertenciam à terra pala qual lutam e morriam, o estado lá não tinha chegado antes do contingente armado, escolheram para eles líderes ,coisa que não há para grupos desorganizados , os mais valentes com esse adjetivo eram nomeados, chico Alonso fez carreira como uma liderança Adeodato também foi adjetivado após ser assassinado, não sobrou nenhum daqueles caboclos que chamaram de amotinados, e ales não deram nome de heróis mas todos sabem que foram martirizados,eo beato messiânico zé maria ao ver tanta destruição das madeiras e da erva mate que era a fartura da região,vendo a ferrovia atravessando pro aquela região que tinha uma economia estável entre lavradores e patrão, foi chegando um baita dum guincho da nova ferrovia que cortava aquele sertão, removendo as toras que para eles sempre foi o ganha pão, dai surgiu, o primeiro êxodo rural naquele distante pedaço da nação. ai logo veio a discórdia os proprietários perderam as terras e o poder político e os caboclos o meio de vida a residencia e a ocupação, ficaram sem teto no mato sem ter onde buscar uma solução ,ai surgiu o embate entre empresas trabalhadores coronéis e especuladores a serviço da nação, ai o sangue rolou feito água e um povo conheceu o que é ser habitante de um país e ser menos cidadão que os colonos que vinham de outra nação, aquela guerra foi uma prova que cidadania de nativos para o estado brasileiro não tem nenhuma valorização, então pós quatro anos de extermínios, fugas e o genocídio de toda uma população,nós aprendemos que nessa terras vidas de brasileiros se perdem e os que ficam não veem nenhum resultado de revolução,ai na natureza do brasileiro o espirito nunca sossega pois sabem que os políticos de repente podem começar nova campanha conta o sossego da população. jac mineiro 2 de fevereiro de 2017.belo horizonte minas gerais Brasil-José Alonço Carneiro
