Estou aqui a expiar da minha janela, a minha vizinha e transcedental arvore,se a humanidade destruidora permitir,..ela permanece estática e poderosa;sem depender de nenhum ser humano para subsistir....apenas das abelhas para acariciar suas pétalas sem implorar a sua gratidão, e ela se oferece como abrigo para os pombos silvestres que migraram para a cidade :são as pombas trocais verdadeiras,(asa branca) .E lá embaixo na rua as pessoas passam rápidas por pressa ou por medo!?E ela uma arvore ja no final do verão com algumas flores vívidas e altivas é um real convite à meditação:Será que vai avisar-me que mesmo extemporânea ela pode florescer? Será uma sugestão ou um sutil aviso ecológico que a minha percepção é bloqueada pela minha ignorância ecológica. o que a mim torna impossível a leitura desse sublime manifestar liberados pelas suas expressões em cores e aromas,trazidas pelas suas flores que chegaram adiantadas algumas semanas! Ai decepcionado com a minha insignificância perceptiva aos sinais da natureza;Eu me recolho ao casulo do meu desconhecimento ecológico!E deixo para outro dia a tentativa de outra vez tentar decodificar as suas subjetivas ou explicitas mensagens dirigidas ao meu incompleto intelecto insuficiente para a leitura dessa nítida expressão!Ai mais uma vez eu me sinto o abjeto do abjeto e me revolto com a minha ínfima capacidade perceptiva das cotidianas mensagens da natureza! Ai o meu ego busca busca abrigo em mais uma racionalização psicológica.ai minha alma fala para a minha alma deixa isso para lá,e sindo mais uma vez pela tangente cometo mais um ato de falta de educação e acendo um cigarro que não me ascende,apenas me traz um falso alívio,tosse falta de ar, e finjo ser insençível aos males que esse bastão de nicotina nos causa mesmo não passando de um deletério instrumento de fugas psicológicas.após esse instante intoxicado me intoxicante, me reencarno e volto a mim e passo a revirar a minha mente!:Lembrei-me da minha infância dura e repleta de nada,era um oceano de necessidades insatisfeitas,mas em em alguns momentos divertida:Lembrei-me também da minha juventude,riquíssima em fantasias e paupérrima em potencialidades e realizações! Agora o ontem é uma natureza morta na parede, e mesmo assim não deixa que eu o esqueça! ai eu vou ao toilete me olho no espelho e vejo que meu inverno ja chegou sem m passar pela primavera e pelo verão, me assustei,ò Como doeu...por falta de opção voltei à minha janela e pela brisa mais forte e com o som do canto dos pássaros vi que a madrugada já estava chegando, com suas promessas, dúvidas e questionamentos!na rua aumenta o fluxo dos carros já se houve o bater das asas das pombas verdadeiras( trocal)e o sabiá principia seu triste e melodioso canto ele também é um membro do êxodo rural que buscou abrigo nas capitais,.. e resolvendo deixar o passado no passado,pois o hoje é que me desafia a vive-lo,certo ou errado na minha crença que me coloca como um exilado na minha própria terra! A temperatura cai, trazida pela briza da serra do curral...Eu acho que passei a minha vida em um estado sonambúlico i`Hibernal,sem perceber os gritos e o clamor da natureza ativa e envolvente, que monta uma barraca nessa feira das memórias:E lá está escrito:parentes morrem ou se mudam,amigos somem ou morrem,e nesse constante entra e sai deste club da solidão e nesse eterno migrar dos mineiros. eu chego a sentir saudade da pesca d,do cinema, da folia de reis, do congado eventos que se vaporizaram com essa ventania tecnológica,sinto falta até do trabalha massante de ir para a feira de madrugada, e naquele escurão a lua e as estrela se despiam e em um astronômico Shou de streap tease só pra mim.e reencarnando-me ,as realidades se apresentam eu olho para a janela e vejo a gaiola com meu pássaro saltitante ainda canta mas não me encanta mais, ele tem vários alimentos mas acho que come só por diversão pois os sabores são ofuscados pelo tédio daqueles saltos contínuos nos dois poleiros dentro daquela maldita prisão... ele nasceu na cadeia e não sabe o que é voar! E eu nesse meu egoismo possessivo tirei-lhe o poder de ver tudo lá do'
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sexta-feira, 11 de agosto de 2017
A vida passando sob a minha janela!!!?
Estou aqui a expiar da minha janela, a minha vizinha e transcedental arvore,se a humanidade destruidora permitir,..ela permanece estática e poderosa;sem depender de nenhum ser humano para subsistir....apenas das abelhas para acariciar suas pétalas sem implorar a sua gratidão, e ela se oferece como abrigo para os pombos silvestres que migraram para a cidade :são as pombas trocais verdadeiras,(asa branca) .E lá embaixo na rua as pessoas passam rápidas por pressa ou por medo!?E ela uma arvore ja no final do verão com algumas flores vívidas e altivas é um real convite à meditação:Será que vai avisar-me que mesmo extemporânea ela pode florescer? Será uma sugestão ou um sutil aviso ecológico que a minha percepção é bloqueada pela minha ignorância ecológica. o que a mim torna impossível a leitura desse sublime manifestar liberados pelas suas expressões em cores e aromas,trazidas pelas suas flores que chegaram adiantadas algumas semanas! Ai decepcionado com a minha insignificância perceptiva aos sinais da natureza;Eu me recolho ao casulo do meu desconhecimento ecológico!E deixo para outro dia a tentativa de outra vez tentar decodificar as suas subjetivas ou explicitas mensagens dirigidas ao meu incompleto intelecto insuficiente para a leitura dessa nítida expressão!Ai mais uma vez eu me sinto o abjeto do abjeto e me revolto com a minha ínfima capacidade perceptiva das cotidianas mensagens da natureza! Ai o meu ego busca busca abrigo em mais uma racionalização psicológica.ai minha alma fala para a minha alma deixa isso para lá,e sindo mais uma vez pela tangente cometo mais um ato de falta de educação e acendo um cigarro que não me ascende,apenas me traz um falso alívio,tosse falta de ar, e finjo ser insençível aos males que esse bastão de nicotina nos causa mesmo não passando de um deletério instrumento de fugas psicológicas.após esse instante intoxicado me intoxicante, me reencarno e volto a mim e passo a revirar a minha mente!:Lembrei-me da minha infância dura e repleta de nada,era um oceano de necessidades insatisfeitas,mas em em alguns momentos divertida:Lembrei-me também da minha juventude,riquíssima em fantasias e paupérrima em potencialidades e realizações! Agora o ontem é uma natureza morta na parede, e mesmo assim não deixa que eu o esqueça! ai eu vou ao toilete me olho no espelho e vejo que meu inverno ja chegou sem m passar pela primavera e pelo verão, me assustei,ò Como doeu...por falta de opção voltei à minha janela e pela brisa mais forte e com o som do canto dos pássaros vi que a madrugada já estava chegando, com suas promessas, dúvidas e questionamentos!na rua aumenta o fluxo dos carros já se houve o bater das asas das pombas verdadeiras( trocal)e o sabiá principia seu triste e melodioso canto ele também é um membro do êxodo rural que buscou abrigo nas capitais,.. e resolvendo deixar o passado no passado,pois o hoje é que me desafia a vive-lo,certo ou errado na minha crença que me coloca como um exilado na minha própria terra! A temperatura cai, trazida pela briza da serra do curral...Eu acho que passei a minha vida em um estado sonambúlico i`Hibernal,sem perceber os gritos e o clamor da natureza ativa e envolvente, que monta uma barraca nessa feira das memórias:E lá está escrito:parentes morrem ou se mudam,amigos somem ou morrem,e nesse constante entra e sai deste club da solidão e nesse eterno migrar dos mineiros. eu chego a sentir saudade da pesca d,do cinema, da folia de reis, do congado eventos que se vaporizaram com essa ventania tecnológica,sinto falta até do trabalha massante de ir para a feira de madrugada, e naquele escurão a lua e as estrela se despiam e em um astronômico Shou de streap tease só pra mim.e reencarnando-me ,as realidades se apresentam eu olho para a janela e vejo a gaiola com meu pássaro saltitante ainda canta mas não me encanta mais, ele tem vários alimentos mas acho que come só por diversão pois os sabores são ofuscados pelo tédio daqueles saltos contínuos nos dois poleiros dentro daquela maldita prisão... ele nasceu na cadeia e não sabe o que é voar! E eu nesse meu egoismo possessivo tirei-lhe o poder de ver tudo lá do'
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