Nesses meus 64 anos de vida o que eu tenho notado no serviço público da educação é que o estado identifica e qualifica os agente educadores como filantropos, sem necessidades para serem supridas. eles antes são profissionais e posteriormente filantropos, um salário que não dá para um professor se alimentar, morar e se vestir a altura do cargo que exerce. Enquanto um desembargador do estado do Rio recebe mais de 600 mil reais por mês, um educador que leva trabalho para casa ganha um salário próximo de mil, eu acho isso um absurdo, um abuso com a categoria de ensino que é a mãe da ciência e do saber, tem um reporte ai que diria, dirá ou diz que isso é uma vergonha, eu digo isso é uma barbárie social, um sequestro de almas, como uma sociedade que tem como objetivo se prosperar técnica e economicamente sem uma educação de referencia e de deferência.E não é só o salário: são carentes de logística, materiais, tecnológicas e sócio psicológica/pedagógicas. a diretora além de pedagoga ela tem que ser uma super administradora para administrar bem estar sem recursos. acho que nesse espaço antropológico o povo tem também que adentrar-se e unir-se aos agentes de ensino para buscarem juntos um novo horizonte.José Alonço Carneiro!