Das diversas formas de amar. não devo considerar. Que
a minha, seja a melhor, pois se eu pensar que a minha
forma
de amar, é a melhor..Ficarei como uma abelha rainha! Esperando.
que as outras me tragam mel!. Engordando,e reproduzindo filhotes para, morrer e ser substituída, não devo, pensar que a minha forma de amar, seja a melhor para que eu procure sempre aprender a amar. comendo, mas
também transportando mel para o restante da colmeia. . pois amar é:
Doação, abdicação, descoberta, sonhar, servir, acariciar, ser presente etc!,
Tudo isso naturalmente, pois, amar não é dever, nem tampouco obrigação,
também, não pode ser cobrança nem servidão extrema, Deve ser como:
As águas, que descem no leito do rio, sem perguntar se tem pedra no percurso mas sabe muito bem como desviar-se delas! E se o rio se estreita ela se derrama irrigando e fertilizando todas as duas margens. Sem saber que o fim do curso é adentrar no apoteótico oceano onde o imenso, é pequeno.
Para amar não é necessário ter um oceano de sabedoria. Mas, um espírito.
Com a grandeza de um oceano.
José Alonço Carneiro
José Alonço Carneiro
