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Aspiro,respiro e cheiro mas não percebo o agressivo aromado do araticum,nessa imensidão do nosso sertão onde a pedis e o perdigão emitiam sons diferentes no canto que eram um encanto. e também se foram de lá todos os pássaros e levaram com eles o seus cantos que eram lindos difícil com qual instrumento comparar e hoje se não ouço as colheitadeiras e as semeadeira, eu ouço o som do nada, e olhando busco aquelas florezinhas que salpicadas pelo leito dos prados em relva,que a mim se mostrava encantado todo aquele sertão estuprado pela ganância amaldiçoada da agroindústria mecanizada.que permita Deus ,que meus olhos antes de se apagarem vejam nesse planalto ou pouco mais parcimônia entre os destruidores perversos , e essa natureza calada e indefesa,e que replantem pelo menos arvores nas margens dos ribeirões, para que de novo deem esperança aos seus admiradores,que choram nas poesias e nas canções essa medonha destruição dos sertões!...
sexta-feira, 7 de abril de 2017
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