Ó meu brasil Que outrora teu povo,se embriagava no mel extraído nos ocos das arvores que haviam aos trilhões,e hoje se ainda há verde estão nos campos de golfe e de futebol.os palmitais e coqueirais nos forneciam delícias e gorduras culinárias saudáveis que Hoje. que hoje foi substituída pelo óleo de soja transgênico introduzido pela aliança para o progresso americano.e hoje das vedes matas sobre as quais sugiram o luar cor de prata do sertão,e hoje o sol escaldante que reflete no solo desnudo nele não se v~e uma só arvore para a cigarra cantar o seu ultimo canto de solidão.nem o carcará ali passeia por não encontrar comida e e nem um galho para pousar ,as perdizes ali também não cantam o seu canto flauteado agudo e grave chamando o parceiro para o acasalamento pois ali só restou o assovio do vento sabre aquele chão seco e pouco que sobrou vai escorrendo num contínuo assoreamento!E do peito do caboclo já não sai nem um canto triste , pois o seu humilde coração sem malícia um porvir de um novo dia.e hoje ´o silencio é quem grita bem alto por aquelas imensidões de planícies vazias a falta de vidas que se foram pela mão da agricultura industrial que tanto pulverizou aquele solo com todos os tipos de mata ervas que hoje nem bambú e possível de ali se plantar .então a quele silêncio gritante que a poucos se faz ouvir é mais um aviSo que diz PARE, para essa agroindústria SENIL.
terça-feira, 2 de maio de 2017
A cançâo do extermínio !
Ó meu brasil Que outrora teu povo,se embriagava no mel extraído nos ocos das arvores que haviam aos trilhões,e hoje se ainda há verde estão nos campos de golfe e de futebol.os palmitais e coqueirais nos forneciam delícias e gorduras culinárias saudáveis que Hoje. que hoje foi substituída pelo óleo de soja transgênico introduzido pela aliança para o progresso americano.e hoje das vedes matas sobre as quais sugiram o luar cor de prata do sertão,e hoje o sol escaldante que reflete no solo desnudo nele não se v~e uma só arvore para a cigarra cantar o seu ultimo canto de solidão.nem o carcará ali passeia por não encontrar comida e e nem um galho para pousar ,as perdizes ali também não cantam o seu canto flauteado agudo e grave chamando o parceiro para o acasalamento pois ali só restou o assovio do vento sabre aquele chão seco e pouco que sobrou vai escorrendo num contínuo assoreamento!E do peito do caboclo já não sai nem um canto triste , pois o seu humilde coração sem malícia um porvir de um novo dia.e hoje ´o silencio é quem grita bem alto por aquelas imensidões de planícies vazias a falta de vidas que se foram pela mão da agricultura industrial que tanto pulverizou aquele solo com todos os tipos de mata ervas que hoje nem bambú e possível de ali se plantar .então a quele silêncio gritante que a poucos se faz ouvir é mais um aviSo que diz PARE, para essa agroindústria SENIL.
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Canção do exílio !
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