Ainda
jovem. E enamorado de uma beldade que por caridade ou por mais carências
afetivas que as minhas,almejava fazer algo mal discernido ou irresponsável de casar
comigo. E num belo dia de 1976 na rua dos caetés, ponto final do ônibus Renascença, eu acovardado diante do propósito que a ela subjetivamente
ou num sonambulismo meu ou numa aspiração ingênua ou inocente dela,
na busca de um amor ou um carinho, que á minha safadeza sutilmente em
atos ou fato sugeriu. menti ,dizendo-lhe que... eu tinha dois filhos,ela recebeu essa falsa notícia com tamanha decepção,que naquele momento,rompeu a relação,e dai nunca mais a vi. e jamais soube o estrago daquela decepção. então não mais encontrando-a para desculpar-me . então à humanidade peço perdão !

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