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Não force um poema a desprender-se do limbo"era esta a casa ó se me
lembro e quanto"hoje não houvirei rádio, não ligarei a televisão, e
amanha se nesta noite conseguir dormir,
acordarei com 63 anos , pronto ,e forte para lutar nesse pedregulhento
campo de batalhas e eu iludido que ainda tenho forças , que ter
esperando num futuro que há muito já chegou, apenas um espirito senil
demente acreditando, ainda ser útil para as pesos para as quais tentara
mas ainda não fora, mas como lutar de meus amigos estão dispresos e
armas não tenho e o moinho de vento forte é.!peerdoi-me pelo que tentei
fazer mas o destino impediu-me de terminar, esse foi meu poema para ela a
única que se atreveu e chegou até no meio da ponte, mas os pistoleiros
estavam a espreita-le e disparam o mosquete. e a aplaudir o inezistente
demo explodiu-se em eufórica risada, tu és mulher ve se nunca mais se
atreva, e va se embora para passárgada a terra dos que sonham...????será
que a mãe dos eus algoses eram mesmo mulher e a janaina o que é.https://www.letras.mus.br/carlos-drummond-de-andrade/460646/
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
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