quarta-feira, 31 de agosto de 2016








" Não force um poema a desprender-se do limbo"era esta a casa ó se me lembro e quanto"hoje não houvirei rádio, não ligarei a televisão, e amanha se nesta noite conseguir dormir, acordarei com 63 anos , pronto ,e forte para lutar nesse pedregulhento campo de batalhas e eu iludido que ainda tenho forças , que ter esperando num futuro que há muito já chegou, apenas um espirito senil demente acreditando, ainda ser útil para as pesos para as quais tentara mas ainda não fora, mas como lutar de meus amigos estão dispresos e armas não tenho e o moinho de vento forte é.!peerdoi-me pelo que tentei fazer mas o destino impediu-me de terminar, esse foi meu poema para ela a única que se atreveu e chegou até no meio da ponte, mas os pistoleiros estavam a espreita-le e disparam o mosquete. e a aplaudir o inezistente demo explodiu-se em eufórica risada, tu és mulher ve se nunca mais se atreva, e va se embora para passárgada a terra dos que sonham...????será que a mãe dos eus algoses eram mesmo mulher e a janaina o que é.https://www.letras.mus.br/carlos-drummond-de-andrade/460646/
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José Alonço Carneiro
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Canção do exílio !

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