Acidentes de transito, que deveriam ser indenizados pelas fábricas de veículos automotores também!...?
Em
2015 foram 545.000 motociclistas mortos no transito brasileiro e 525.000 invalidez
permanente, todos receberão aposentadoria ou pensão do Inss por invalidez permanente ou temporária! E com
esse crescimento anual dos aposentados do INSS; O atual governo põe a
culpa nos trabalhadores que aposentam dentro da lei do tempo de
contribuição ou da idade, papo furado vai cuidar do Denit e da policia
rodoviária federal que em 40 anos nunca me pararam na estrada; só ficam
sentados no escritório... Enquanto o produto do trabalho deles matam 500 milhões de animais nas rodovias e nada é cobrado deles! Além dos impostos que os compradores dos seus carros pagam, fonte da estatística da tv record. e as empresas montadoras recebem todo tipo de benesses renúncia Fiscal, doação de imóveis,toda infra estrutura para produção e transporte e exportação,mão de obra especializada com salários baixos,proteção do estado e dos poderes do governo, vão embora na hora que querem e só funcionam com lucro garantido. Tem fomento de bancos do governo etc; e são elas quem puxam o gatilho dessa arma mortal chamada carros e motos;A Mercedes de Juiz de Fora já se prepara para ir e dará uma Banana para o município !...Agora a nossa espoliada previdência arca com todo custo dos acidentes juntamente com as famílias arcam com o mal( custo com tratamentos e remédios etc e etc .Essas montadoras só deixam um lucro aparente no país,pois na verdade elas dão um gigantesco prejuízo ! Importar seria melhor...? ou mexer nesse imposto paternalista cobrado das montadoras e cobrar delas um real de pedágio diário por cada carro que for vendido para circular nas estradas brasileiras( seguro de acidente e morte partilhado entre o fabricante e o comprador seguro esse estendido aos animais mortos que serviria para construirmos travessias e cercas nas estradas que cortam florestas e para a conservação das ruas e estradas que são o motivo das suas vendas e lucros exorbitantes, !???-José Alonço Carneiro
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