José Alonço Carneiro.
A
POESIA E OS CINCO SENTIDOS
É possível que, algum poeta tente dar cores as palavras.
Que estranho. cor eu vejo, não sinto no tato,nem no
paladar,talvez pelo olfato, se alguém me
informar que tal aroma é de tal tinta.
Agora se a pessoa for cega, ouve o teor das frases.
Onde objetos ou seres tem sua cor descrita no jogo das
palavras, colorir as palavras,
é muito subjetivo: pois, cor a gente vê não ouve. É mais
fácil
ouvir os ruídos se é que podemos ouvir, os sutis movimentos
da preguiça, subindo ao cume do seu castelo vegetal, que
colorir
Os sons. A gema do ovo é amarela. Mas a palavra gema, não
tem cor.
O tato não percebe a
cor; sente apenas a textura da tinta na
Tela mas como a
poesia apalpa e até aperta o intangível ouve
o inaudível e enxerga
o invisível e vice versa.
Mesmo na poesia onde se enfatiza a sutileza da fantasia, utilizarei
Sempre os cinco sentidos. o médium chico Xavier que escreveu
centenas de livros. Via o invisível, ouvia o inaudível,
Via o inaudível e ouvia o invisível .
obs; não escrevi este
texto como cego, escrevi como daltônico, deficiência que me prejudicou profissionalmente,
não por não conseguir trabalhar, mas fui escluido de
concusos nos quais havia passado em todas as provas de conhecimento.
Nota:
Não quis desqualificar os cegos. Pois conheço alguns cegos
da associação de cegos de Sete lagoas, ADVISETE, que
fabricam vassouras e outros
Utensílios domésticos. comandados por um cego o Sr
evangelista
Lá também tem músicos e cantores; como o grande acordeonista,
Geraldo Magela e uma tecladista e cantora que no momento
esqueci


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