'Setembro chegou e a chuva não veio, outubro e novembro também nem pingou!' e quando desviei o meu olhar do céu para ver a 'terra ardente a asa branca aproveitou bateu a asa e voou' 'mas que braseiro que fornaia nem um pé de plantação',para alegrar o verde dos seus olhos, (que agora se encherá com o brilho do verde da plantação)'que desespero que dá no coração do nortista' que desesperado só vê uma solução para esse povo patriota desamparado e abandonado pelo governo da nação que é ir com seu povo valente' para São Paulo viver ou morrer'.Ai o coração dói na hora de vender a vaquinha e também as galinhas e as cabras seus animais de sustento 'ai eu perguntei a Deus do céu ai por que tamanha judiação'.ajuntamos a família e embarcamos na carroceria do caminhão nós já tamos em dezembro 'meu Deus o que há de nós' e quando o caminhão para para o lanche ouve-se a cigarra cantando nas arvores sem folhas Aí lhe foge do peito o resto da Fé.Aí passa a meditar,não tenho mais o burro nem o jegue o jeito é ir mesmo a São Paulo com pouco dinheiro recebido do fazendeiro demoníaco e oportunista especulador da dor Aí embarcam e o carro já corre no topo da serra e de longe acena adeus meu lugar E agora 'longe muitas léguas' espero a chuva cair de novo para voltar pro meu sertão mas será que compensa voltar sem um vintém 'E não mais ver 'o verde daqueles olhos espalhados sobre a plantação' Mas antes vou parar em juazeiro e fazer uma promessa pro meu padim padre Cícero Romão Batista o padroeiro do sertão E direi para ele aqui vai mais um pobre do querido nordeste em busca da sorte e do pão e do trabalho pesado por não ter pra demanda da cidade uma profissão E ao chegar em São Paulo esse pobre acanhado procura um trabalho que seja honrado Pois o rosto está acima do pescoço vermelho envergonhado mas a mente e o coração ficaram abrigados naque solo sagrado do meu sertão.Não se esquecendo da sua devoção ao seu santo São José ele espera com a pouca fé que lhe resta que 'chova logo' para que possa um dia voltar pro seu torrão amado e como na vida a gente" é um eterno aprendiz e ele é apenas a batida de um coração" e 'os meus sonhos são apenas lampejos de uma doce ilusão E por mais que a vida seja doida e sofrida 'ela é bonita é bonita e é bonita e é bonita' e por isso eu um dia voltarei para o meu lugar pois como disse o filósofo Onde 'estiver o teu tesouro lá estará teu coração' E encontrarei o velho chico desaguando no lago de Campina Grande a capital do nosso sertão- José Alonço carneiro!Peço desculpas a família do Luís Gonzaga por ter usado trechos de suas músicas para compor essa minha dissertação., onde em águas, Minas se doa para o nordeste!
1 Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará.
2 Direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei.
3 Porque ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa.
4 Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas te confiarás; a sua verdade será o teu escudo e broquel.
5 Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia,.
6 Nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia.
7 Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti.
8 Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios.
9 Porque tu, ó Senhor, és o meu refúgio. No Altíssimo fizeste a tua habitação.
10 Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.
11 Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.
12 Eles te sustentarão nas suas mãos, para que não tropeces com o teu pé em pedra.
13 Pisarás o leão e a cobra; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.
14 Porquanto tão encarecidamente me amou, também eu o livrarei; pô-lo-ei em retiro alto, porque conheceu o meu nome.
15 Ele me invocará, e eu lhe responderei; estarei com ele na angústia; dela o retirarei, e o glorificarei.
16 Fartá-lo-ei com longura de dias, e lhe mostrarei a minha salvação.












